Pétalos Bierzo , da vinícola J.Palacios é um excelente vinho espanhol. Próprio para iniciaros trabalhos kkkkk.
A outra proposta é um dos meus vinhos favoritos, agora da Italia, Il Grigio,um Chianti Clássico. A produtora é da toscana San Felice. Se for a Toscana dê-se um presente e fique hospedado na própria vinícola. Uma hospedagem dos sonhos. Borgo San Felice. Tem comentários aqui no blog, no marcador Italia.
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sábado, 3 de fevereiro de 2018
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Queijos- noções gerais
Retomamos hoje as preciosas lições do Dr. Irênio Filho, renomado cirurgião dentista, enófilo, bom gourmant e conhecedor da gastronomia mundial.
QUEIJOS
Para aproveitar todo o sabor do queijo é importante alguns cuidados na compra, na manipulação e no armazenamento, mas o principal é conhecer cada um deles. E para conhecer é preciso experimentar.
Qualquer que seja o tipo de queijo, a matéria-prima é uma só: o leite, que pode ser de vaca, de ovelha, de cabra e de búfala.
Como acontece com os vinhos, as condições climáticas e geológicas têm influência no sabor e no estilo do queijo, já que determinam a forma como o animal é criado e alimentado.
Assim, seu leite terá características específicas e irá determinar o sabor final do queijo.
Sobre Queijos
A quantidade de gordura do leite, integral, semidesnatado, desnatado ou enriquecido com nata, resulta em diferentes tipos de queijo.
Em alguns casos se usa o leite cru, não-pasteurizado (cada vez menos comum), como no caso do queijo Taleggio do norte da Itália e a mistura de diferentes tipos de leite; de cabra, vaca e ovelha.
A quantidade de água que se elimina no processo de produção do queijo determina a maciez, o tipo de casca e o mofo que irá se desenvolver no queijo. A casca é um dos primeiros aspectos a se avaliar em um queijo.
COMO COMPRAR
Em algumas lojas especializadas se pode contar com a ajuda de funcionários com conhecimento, que dão boas sugestões mas quando você entra no supermercado e se depara com uma grande quantidade de queijos, a escolha pode ser mais complicada.
Em caso de dúvida, procure experimentar o queijo antes de comprá-lo. Como acontece com outros produtos, verifique a data de validade, o aspecto e os cuidados com a temperatura à qual o queijo se encontra fato que pode alterar o processo de maturação.
Como Conservar
Preste atenção na temperatura e verifique sempre se o queijo mantém suas características durante o armazenamento.
Os queijos de massa dura devem ser envolvidos individualmente em filme plástico ou papel-alumínio, neste caso, faça alguns furos com um garfo para que o queijo possa respirar e não ressequem.
Os queijos de massa macia como Brie e Camembert devem ser mantidos no próprio papel da embalagem, que já é especial para sua conservação e guardados na geladeira, assim como os frescos e fundidos.
Os que apresentam mofo interno (os azuis) devem ser envolvidos em papel-alumínio.
Para conservar queijos duros por pouco tempo, deixe-os em uma queijeira,com base de madeira e tampa de vidro, que não feche hermeticamente, permitindo que os queijos respirem.
Os queijos podem ser classificados de acordo com o tipo de leite, a textura, o grau de maturação e a intensidade de seu sabor e aroma.
A classificação mais comum é de acordo com a textura; queijos duros e semiduros, macios, frescos etc.
A consistência dos chamados queijos duros varia de lisa e fácil de cortar até a áspera e granulada.
Queijos duros: Emmenthal, Gruyère, Grana (parmesão), Provolone, Pecorino,
Chedar e Gouda.
Queijos macios: Brie e Camembert,
Queijos azuis: Roquefort e Gorgonzola.
Queijos frescos: Queijo de cabra, Cream Cheese, Ricota, Cottage, Mascarpone e
Feta.
Aguarde, na próxima semana será postada mais uma matéria deste autor.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
COMER E BEBER COM PRAZER
Existem muitas pessoas que não comem por prazer. Não quero falar dos que comem apenas o que conseguem para matar a fome. Gostaria de lembrar aqueles que comem quase compulsivamente. Existem muitas teorias para explicar esse fenômeno de comer sem necessidade, porém, a mais antiga e sólida se baseia na nossa origem, isto é, quando éramos seres humanos primitivos. À época, tínhamos que caçar, matar, extrair, consumir e se possível guardar. Porém a conservação dos alimentos era muito complicada. Com o tempo usou-se o sal, a gordura, a defumação. Mas, os alimentos guardados se perdiam. Criou-se, provavelmente, uma ansiedade pelo dia de amanhã; o medo de não haver o que ser comido no futuro próximo. Essa ansiedade, em teoria, permanece dentro de cada um de nós. Daí, talvez, essa compulsão, maior ou menor, de se comer o máximo hoje. Porém, energia em excesso se deposita em nosso corpo em forma de gordura. É energia de reserva que deverá ser usada em dias de jejum. A gordura só será depositada se comermos além do necessário. Se comermos a menos, a gordura, energia em depósito, será consumida lentamente, à medida da necessidade biológica de manutenção da vida. Somente o necessário! Daí, o perder peso lentamente.
Muitos são quase doentes. Comem sempre o que tiver à disposição, como se amanhã não fosse ter o que comer. Haverá prazer ao se comer compulsivamente? Provavelmente, sim. A ansiedade será diminuída e isso causa prazer.
Porém, comer e beber com prazer é prestar atenção nas diversas nuances de aromas e sabores. É sentir a untuosidade das gorduras, o frescor das frutas, o aroma dos temperos, o tanino e os sabores do vinho. Quem está com pressa não fará isso. Os americanos cunharam uma expressão clássica: “for a moment on the lips, forever on the hips”, isto é, por um momento nos lábios, para sempre nos quadris. Comer e beber com prazer não é comer muito, nem depressa. É comer com prazer!
DR. JOAQUIM M. SPADONI, Mestre em Nutrição e Cirurgia.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Queijos e vinhos em harmonia
O cirurgião dentista Dr. Irênio Filho, gentilmente nos enviou uma matéria interessantíssima sobre queijos. Uma verdadeira Enciclopédia sobre o assunto, que repassaremos a todos. Hoje, postamos parte da matéria, a qual sempre gera dúvidas. Vamos aprender â harmonizar queijos e vinhos.
Queijos e vinhos sem conflito
Ainda que nosso inverno não seja rigoroso, é comum nessa época do ano reunir os amigos para saborear queijos e vinhos.
Apesar de ser esse um hábito antigo, a mistura não é tão simples quanto parece.
O vinho errado pode matar o sabor do queijo, o contrário também é verdadeiro.
Veja algumas sugestões de harmonização:
Como harmonizar uma tábua de queijos
Houve uma época em que os queijos eram servidos no lugar da sobremesa nos países europeus.
Até hoje, os queijos costumam ser servidos para finalizar a refeição (antes ou depois da sobremesa) em países como França, Grã-Bretanha e Itália. Saiba como escolher os queijos e acompanhamentos para compor uma tábua de queijos, seja para terminar uma refeição ou para servir como aperitivo.
Queijos frescos
Muito apreciados pelo paladar nacional, os queijos frescos são ideais para iniciar uma reunião e pedem vinhos brancos frescos, secos, com boa acidez e aromáticos, como o Gewürztraminer, Riesling, Moscatel e Malvasia. Vale abrir também uma garrafa de um rosé. A maioria dos queijos cremosos de leite de cabra também casam perfeitamente com esses vinhos.
Queijos macios
Tanto o Brie quanto o Camembert combinam com vinhos brancos estruturados, como um Chardonnay que tenha permanecido em barrica de madeira por algum tempo.
Um Sancerre é outra alternativa de primeira.
Tintos leves, pouco tânicos, como os do Vale do Ródano, os conhecidos Côtes du Rhône, ou um cru Beaujolais, são outros exemplos de boa companhia.
Na Normandia, região de origem do Camembert, acompanha-se esse queijo com goles de calvados, destilado feito de maçã, assim como a sidra, o fermentado da mesma fruta.
Um Camembert maduro e de boa procedência não fará feio se for saboreado com um champanhe.
Queijos azuis
O sabor complexo e picante do Roquefort combina com um Sauternes, vinho francês de sobremesa de alta concentração de açúcar.
No caso do italiano Gorgonzola, a combinação clássica é um tinto leve como um Valpolicella nobre, um Barbera ou Bardolino.
Arrisque também com um Passito di Pantelleria, o vinho licoroso da Sicília. Você verá que não fica nada mal.
Outra possibilidade é abrir um Moscatel português.
Queijos duros
Em geral, esses queijos são reservados para a seqüência final, uma vez que com sabor demasiadamente marcante, acabam ofuscando os demais.
As virtudes de um Parmiggiano Reggiano ou de um Grana Padano são ressaltadas com tintos potentes como um Cabernet Sauvignon Reserva chileno, um Amarone della Valpolicella ou um Zinfandel californiano encorpado.
O Pecorino vai bem com vinhos de médio corpo.
Vale provar com um Malbec argentino, por exemplo.
O Malbec traz uma doçura que produz um interessante contraste com esse queijo.
Queijos semiduros
Queijos como o Emmenthal, o Gruyère e o Queijo-de-Minas curado e semicurado ficam bem com tintos leves, no máximo de médio corpo, como um Côtes du Rhône, um Pinot Noir ou um Beaujolais (feito com a uva Gamay, já tem versões brasileiras), todos poucos tânicos.
Também vão bem com alguns italianos mais leves como o Barbera e o Dolcetto.
Podem ser bons parceiros brancos secos como os Chardonnays estruturados que permaneceram em barricas de carvalho.
Os holandeses Gouda e Edam e o italiano Asiago têm sabor mais pronunciado e pedem vinhos potentes, como os da uva Shiraz - não a casta original francesa Syrah, mas sua variação espalhada pelo Novo Mundo (Austrália, África do Sul, Argentina).
Também formam ótima parceria com um Rioja Reserva, um Cabernet Sauvignon proveniente do Chile ou mesmo um Tannat uruguaio.
O Provolone pode ser associado com um Chianti Clássico, tinto da Toscana, ou um outro tinto de médio corpo.
A Mussarela funciona bem com um tinto leve ou de médio corpo.
Para acompanhar
Os bons queijos deveriam ser degustados ao natural, sem nenhum acompanhamento.
Portanto, ao escolher itens para acompanhar uma tábua de queijos tenha em mente que o sabor deve ser sutil e não pode mascarar o ingrediente principal. Veja algumas sugestões:
Pães frescos, de casca crocante e sabor neutro, para não "brigar" com o queijo. Nada de pães com frutas secas, nozes, tomate ou azeitona.
Frutas da época também podem ser incluídas. Mas evite as de sabor mais ácido (limão, abacaxi, kiwi) e as muito doces. As mais indicadas são maçã, pêra, uva e figo.
Frutas secas, como uva passa, damasco, ameixa e figo, combinam muito bem com queijo, principalmente os duros, como o Parmesão e o Pecorino.
As frutas oleaginosas, como noz, castanha de caju, castanha-do-pará, amêndoa e avelã, também são bons acompanhamentos.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Vinhos de uvas Zinfandel e outros conselhos de Artur Azevedo
As uvas Zinfandel são chamadas uvas Primitivo na Itália.
O médico Artur Azevedo, respeitado conaisseur de vinhos, em palestra ministrada esta semana em Cuiabá afirmou categoricamente que vinhos de uvas Zinfandel servem para um bom batepapo, mas não devem ter uso gastronômico, uma vez que apresentam um teor muito alcoólico, com pouca acidez.
Recomendou ainda comer Pacú (peixe típico de Mato Grosso) com vinho de uvas Chardonay.
Para pratos temperados com curry (caril) recomenda vinhos de uvas Sauvignon Blanc.
O médico Artur Azevedo, respeitado conaisseur de vinhos, em palestra ministrada esta semana em Cuiabá afirmou categoricamente que vinhos de uvas Zinfandel servem para um bom batepapo, mas não devem ter uso gastronômico, uma vez que apresentam um teor muito alcoólico, com pouca acidez.
Recomendou ainda comer Pacú (peixe típico de Mato Grosso) com vinho de uvas Chardonay.
Para pratos temperados com curry (caril) recomenda vinhos de uvas Sauvignon Blanc.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Vinho e risoto de Santa Felicidade
O risoto de Santa Felicidade (receita neste blog) harmoniza-se bem com vinhos leves e frutados. Sugiro os vinhos tintos de uvas merlot ou syrah ou se o dia estiver quente um vinho branco sauvignon blanc
domingo, 18 de abril de 2010
Polenta
Polentas harmonizam-se bem com vinhos de uvas merlot e cabernet sauvignon ou a mistura das duas.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Tagliatelle do Sonho
MODO DE FAZER:
Sonhei com esta receita. Parece mentira mas não é. Quem faz regime vai dormir com fome e daí acontece isto. Até sonha com receitas. Hoje esta receita é uma das prediletas da minha família.
Corte tomates maduros mas firmes ao meio no sentido horizontal. Em uma frigideira, doure os pedaços em ambos os lados, utilizando um pouco de azeite.Reserve.
Passe na manteiga, em frigideira bem quente, uma lata escorrida de ervilhas bonduelle. Reserve.
Faça o mesmo com fundos de alcachofra bonduelle.
Faça o mesmo com champignos Paris.
Junte todos os ingredientes acima e regue com uma garrafa de um bom espumante, eu gosto dos espanhois. Deixe ferver. Na hora de servir regue com uma garrafinha de creme de leite fresco. Tempere a gosto.
Cozinhe um pacote de tagliatele de boa marca, ponto al dente. Coloque em uma travessa grande e coloque o molho por cima, arrumando os ingredientes de forma decorativa.
Eu faço o molho em panela de Paella e adiciono o macarrão ao molho. O inverso do parágrafo acima.
Servir com vinho Sauvigno Blanc bem gelado!
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